sexta-feira, 14 de junho de 2013

Situação de Aprendizagem : Pausa (Moacyr Scliar)

Situação de aprendizagem "Contemplando a diversidade".
Publico alvo: 9º ano
Aulas previstas: 06
Material: texto: “Pausa” Moacyr Scliar – Filme “Se eu fosse você” – texto: “Pausa” Mário Quintana – Musica “Cotidiano” Chico Buarque.
Objetivos da leitura: Trabalhar as diversidades em sala de aula. Pausas para abordar intertextualidade. Enriquecimento do vocabulário. Sinais de pontuação. Sonoridade no texto (Pausa).
Organização dos alunos: Alunos agrupados em duplas (selecionados pelo professor- alunos com dificuldade auxiliado por alunos com menos dificuldade).
Conteúdos e temas: Reconhecer as características do gênero crônica narrativa. Fazer o levantamento prévio sobre o assunto (cotidiano), relacionamento no casamento e no trabalho. Levantar hipóteses sobre cotidiano, fatores repetitivos no dia-a-dia, tudo a  respeito do texto. Utilizar o registro da escrita de um parágrafo para melhor compreensão do texto.
Leitura compartilhada: Confirmação das expectativas criadas antes da leitura. Localização da ideia principal ou do tema. Esclarecimento de palavras desconhecidas a partir de inferências (consulta a dicionários). Identificação de palavras–chave para determinar conceitos. Leitura da narrativa com ênfase em produção de crônicas. Paragrafação e conceitos de denotação e conotação.
Estratégias: Trabalho direcionado a grupos produtivos (alunos monitores).Comparação de textos organizados com base na tipologia narrativa, análise de textos dos alunos sempre fazendo intervenções.
Recursos: Texto. Utilização da internet, sala de informática. Filme. Música.
Avaliação: Produção coletiva de crônica narrativa que retratem o cotidiano do aluno. Troca de impressões sobre o texto. Expressar experiências embasadas no conteúdo do filme que retrata o dia-a-dia de um casal que troca de identidade.
Intertextualidade: “O homem nu” – Fernando Sabino.
Diversidade: Os alunos devem ser estimulados a  escrever o nome da história, o nome dos personagens, o começo e o final. Se eles não conseguirem, o professor deve escrever para eles e ler junto. Oferecer livros, revistas, suplementos de jornais diversos e estimular os alunos a copiarem  listas de palavras ilustrando- as com desenhos ou recortes (registro que tenham significados para eles) Já os alunos com menos dificuldade devem assinalar os problemas e fazer comentários.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Depoimento:Maria Bernadete ( Experiência com leitura e escrita)

 Já fiz diversos trabalhos a partir da leitura de livros, mas um dos que eu mais gostei foi a reescrita de "A turma da Mão-Preta", sobre um grupo de crianças que ajudava a polícia a investigar casos.  Após a leitura do livro (feita em sala de aula, semanalmente), os alunos  de uma 5ª série com muitas dificuldades foram divididos em grupos e escreveram um novo livro, modificando personagens, crimes investigados, locais, etc. Achei muito válido, pois eles precisaram reinventá-lo, com criatividade. Além disso, reescrever trechos com problemas ortográficos, de concordância, coesão, coerência etc. Esse trabalho demorou algumas semanas, mas valeu a pena, porque mesmo nos livros mais "fraquinhos" eu percebi que eles fizeram tudo que podiam. E pediram para mostrar para o diretor  da escola. 

Depoimento: Maria Bernadete

 
 Na minha infância, minha mãe me contava aquelas historinhas que todas as mães contavam: Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos, etc. Ela também desenhava  para mim - patinhos, paisagens e as coisas que ela sabia. Quando já era maiorzinha, ela me contava "causos" de assombração, que me amedrontavam muito . Eu até precisava dormir com ela! Mas isso aguçava a minha imaginação e a vontade de conhecer mais histórias. Como nós éramos pobres, tive um ou outro livro infantil, mas ficava deslumbrada com os livrinhos coloridíssimos e no formato do personagem principal. Os disquinhos com histórias infantis eu só ouvia na casa das amiguinhas. Conforme fui crescendo - naquele tempo as escolas não incentivavam muito a leitura e escrita, mas sim a gramática - passei a ler pelo incentivo do meu avô e  por prazer: adorava os gibis, os contos russos, das Mil e uma noites, de princesinhas abandonadas... Livros que eu emprestava na biblioteca da escola. Também era apaixonada por fotonovelas, apesar de ser ainda pré-adolescente. No colegial e faculdade entrei em contato com a literatura clássica e gostei da maioria. Um dos livros inesquecíveis para mim  é Cem anos de solidão -  maravilhoso. Hoje tenho sempre um livro na cabeceira, pois não consigo ficar sem ler.

Perfil Maria Bernadete Moretto

MARIA BERNARDETE MORETTO (Cursista) 
Bocaina-SP 

Sou professora de Língua Portuguesa na EE Capitão Henrique Montenegro, em Bocaina - cidade em que também resido - desde 1998. Também leciono na EMEF Norma Botelho, em Jaú. Estudei Letras na antiga FAFIJA e me formei em 1990.

Depoimento: Márcia / Experiência com leitura e escrita em sala de aula

1-Sempre gostei muito de ler,lembro que meu primeiro contato com os livros era as fotonovelas,,,ah...fotonovelas,adorava,minha vizinha comprava e depois deixava eu ler,pois,meu pai nunca teve condições de comprar era uma época muitodifícel,e depois das fotonovelas era livros de romance Sabrina,Bianca,enfim tudo de segunda mão,e um dia me surpreendi com um livro de Sidney Sheldon "O outro lado da meia-noite" lembro que amanheci lendo ,li todo o livro em uma noite e foi aí que percebi o quanto é prazeroso ler,e a minha segunda experiência marcante foi quando eu li "Poliana" ,pensei "quandoeu tiver uma filha ela se chamará Poliana! eu tinha ma época 12 ou 13 anos,o tempo passou,casei e tive uam filha,adivinham o nome dela? Poliana,exatamente Poliana.
  

2- Todas as experiências são válidas ,fiz uma leitura do livro "A vida na porta da geladeira" o resultado foi surpreendente ,como o livro foi escrito em forma de bilhete ,cada aluno leu de forma compartilhada cada página e a duração é de aproximadamente 3 á 4 aulas e no capítulo final  uma boa parte dos alunos estão chorando...é impressionante,vale a pena mesmo ler esse livro e tudo isso graças a colaboração da sala de leitura.

Perfil : Márcia Quirino

  Sou professora há 10 anos ,leciono Língua Portuguesa e Literatura.Atualmente dou aulas na E.E.Antônio Terezio Mendes Peixoto em Jaú.Moro em Barra Bonita.Tenho 3 filhos (Poliana,Felipe e Matheus e uma netinha linda que é a minha vida).Gosto de reunir com os amigos para colocar os assuntos em dia.Adoro cozinhar e aliás cozinho muito bem!Adoro minha profissão ,por mais desgastes,decepções,barreiras,o não reconhecimento ainda tenho esperança de melhoras na educação.Tenho uma frase que gosto muito "É preciso coragem para ser diferente e muita competência para fazer a diferença."

domingo, 2 de junho de 2013

Livro : O pequeno Príncipe

  Em "  O Pequeno  Príncipe", de Saint- Exupéry; no qual o autor  nos desperta para o valor das coisas  mais simples, que são esquecidas pelos adultos.
Um trecho interessante é aquele em que a raposa diz: "Só  se vê bem com o coração. O essencial  é invisível para os olhos".
Esse trecho nos faz refletir que a criança concebe os fatos e entende-os com a pureza do coração e o adulto só percebe e valoriza
as coisas que lhe são convenientes e relevantes.